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domingo, 10 de outubro de 2010

Infância

Se tem uma coisa que muitas pessoas dizem com relação á saudade é: Saudade da Infância.
Eu sinto muitas saudades da minha infância, tempinho bom que passa e não volta mais, tempo em que a gente é verdadeiramente feliz e não sabe.
Época da vida da gente onde a única preocupação é passar de ano e os únicos problemas a serem resolvidos são os de matemática.

Posso dizer que fui feliz na minha infância, feliz é pouco, fui muito feliz na minha infância.
Não fui a Disney, não tive Vídeo Game, não tive Casa na Árvore, mas fui feliz, muito feliz com o que tive.
Amava brincar na rua de amarelinha, vôlei, queimada, rouba bandeira, taco, tazo e se duvidar até de bolinha de gude eu brinquei, hahaha. A rua era cheia, e as brincadeiras eram saudáveis.
E quando ganhei uma bicicleta? Que máximo! E Patins? Eu tinha dois e foram eles os responsáveis por eu ter quebrado uma pontinha um tanto insignificante do dente (mãe não sabe até hoje que foram eles os causadores, acha que escorreguei e caí de madura), kkk.
Uma vez fui pular de uma árvore, torci o pé... Nossa quantos machucões, arranhões... coisa de criança...

Adorava assistir Rei Leão, Chiquititas, Castelo Rá-Tim-Bum, Confissões de Adolescente, Lucas Silva e Silva falando diretamente do mundo da lua, haha.
Adorava o Natal, criança gosta de Natal, fazer o pedido ao Papai Noel, escrever cartinha, ganhar presentes colocados na arvore, muito bom.
Eu cresci, amadureci, mas cultivo sempre o lado criança que existe dentro de mim, sou mulher sem deixar de ser criança e serei sempre assim, uma eterna criança!!!




segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Cantada

Vale tudo na hora de cantar uma mulher?


Os homens já pararam pra pensar se as mulheres gostam de serem cantadas e qual a melhor maneira de fazê-lo?

Particularmente DETESTO cantada, e acredito que não sou a única. Não gosto, pois acho uma coisa muito artificial, frases prontas, decorebas, e no final sempre rola aquela sensação de que o cara fala aquilo pra todas (o que é verdade).
Imagina um cara que nem te conhece, chega em você e pergunta: “O que eu faço pra conquistar seu coração?” Putz! Ou então: “Se machucou? Porque você é um anjo que caiu do Céu.” Aff!

As mais comuns:

“Não Sabia que boneca andava”
“Oi, o cachorrinho tem telefone?”
“Você acredita em amor a primeira vista?” (essa é a pior)





Rola também aqueles "xingamentos" quando uma mulher passa na rua:

“Gostosa”
“Delícia”

Na boa, esse tipo de palavreado não eleva o ego de ninguém.
Tem homens que analisam o perfil da mulher para poder elaborar uma cantada, numa dessas já ouvi coisas do tipo: “Adoraria saber como é beijar uma pessoa que usa aparelho”, também já ouvi: “Adoro beijar mulheres de lábios carnudos”.
Alguns homens falam o que vem na cabeça e aí acaba saindo coisas "esdrúxulas". Certa vez um cara me disse: “O sonho da minha mãe é ter o cabelo como o seu.” Oi? Eu ouvi isso mesmo? Sou zoada até hoje por uma amiga que estava perto =/
Ai vai uma dica: na duvida não diga nada, é melhor assim.

O homem canta uma mulher por estar interessado nela ou para tirar uma onda perto dos amigos? Acho a segunda opção mais viável, rs.

Cada caso é um caso, e em alguns deles a cantada acaba surtindo efeito. Se você é do tipo de gosta de cantar uma pessoa, procure elaborar uma cantada sincera e única, funciona mais quando a cantada é direcionada para uma pessoa, apenas para ela.

Mas tenho uma dica melhor, se for cantar que seja uma música ♪♪♪ hehehe

E você gosta de receber uma cantada???
Gosta de cantar alguém???

sábado, 11 de setembro de 2010

COMUNICADO IMPORTANTE

Tem este o objetivo de comunicar que:
Elaborando um arquivo que estava prestes a salvar na pasta Coração, eis que percebi uma falha e resolvi corromper o dito cujo, motivo: conteúdo duvidoso. Estão tentando restaurá-lo contra minha vontade, mas estou providenciando para que isso não aconteça. Analisando o fato ocorrido, resolvi dar uma repassada nos conteúdos salvos na pasta Coração e percebi que os arquivos estão desgastanto a pasta.
Então resolvi tomar uma atitude em caráter emergencial tendo em vista os fatos ocorridos. Sendo assim coloquei “Coração” em uma caixa com tranca, tranquei e achando insuficiente coloquei um cadeado, peguei a bendita caixa e coloquei dentro de um cofre com senha e providenciei o transporte do cofre para um local indeterminado e de difícil acesso.

Importante:

Apenas duas pessoas têm acesso ao local do cofre, bem como senha e chave da caixa, que são Papai e Mamãe. Ambos estão proibidos de disponibilizar qualquer tipo de informação e estão cientes que não poderão fazê-lo mesmo sob tortura.

Esta medida foi tomada com a finalidade de evitar tais transtornos que vinham desgastando a pasta Coração, bem como evitar possíveis elaborações de novos arquivos e a restauração do arquivo corrompido que estava tentando causar um estrago maior na pasta.

Tendo em vista os fatos narrados, informo que Coração está fechado e isolado por tempo indeterminado.

Desde já agradeço a compreensão de todos.
Sem mais.

Priscila

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O que mais surpreende na Humanidade?

Os homens...
... os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.

Dalai Lama

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Que coisa!

Mesmo a palavra coisa, tão banal, é, para o leitor criativo, uma outra coisa...
Na palavra coisa viajam todos os significados.
Coisa é tudo: é mistério e objeto, é invisível e visível, é lugar comum, e devora.
As coisas nadam, crescem, vibram, voam, flutuam.
♪♫ Alguma coisa acontece no meu coração. ♪♫
Coisa é música aos ouvidos. Coisa é notícia. Coisa é causa de tudo e nada.
O coisa-ruim é coisa do outro mundo. E deste também. Mas isso é coisa feita. Coisas do arco-da-velha. Coisa e tal e tal e coisa. São tantas coisinhas miúdas. Coisíssima nenhuma. A coisa em si. Cada coisa em seu lugar. Não me venha com coisas. A coisa foi por água a baixo. Coisa de louco!
Muitas vezes, ao falar, usamos a palavra coisa como uma coisa que substitui todas as palavras. E o pior é que substitui mesmo. E pior ainda: todo mundo entende.
Na ausência da palavra exata, que ilumina como um holofote a coisa a ser nomeada, usamos qualquer coisa no lugar dos outros nomes, como uma vela acesa no meio do blecaute.
A iluminação é precária, mas, nas trevas da Idade Média (a coisa ta preta), é melhor uma coisa do que nada. E, tipo assim, a coisa se metamorfoseia em todas as coisas, e nossa preguiça verbal se sente recompensada. Há sempre uma coisa na mão para nos salvar. Coisa serve para qualquer coisa.
A coisa funciona assim: a coisa aparece diante de nós, anônima, feia, bela, e não sabemos (ou não queremos buscar) o nome da coisa. E aí, vem à nossa mente: que coisa!
E a coisa se fez coisa.
O milagre da coisa. A multiplicação das coisas. O sermão da coisa.
A coisa que sempre volta. Um provérbio francês: “Quanto mais as coisas mudam mais permanecem as mesmas”.
O paciente diz ao médico: - Doutor, não sei, mas estou sentindo uma coisa...
Coisa do destino.
Porque uma coisa é certa: uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Até que se prove o contrário.
Mas esse papo meu ta qualquer coisa, de modo que, se for impossível dizer coisa com coisa, não pense duas vezes: vote na coisa.
Seja com a coisa uma só coisa. Coisifique-se!
De repente mil coisas!

O Leitor Criativo
Gabriel Perissé

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pri

(Ela): Você se ama né Pri?
(Eu): Muito! Isso é bom ou ruim?


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Minha Garrafa Minha Casa


Sabe aquela garrafa Pet? Pois é...